quarta-feira, 24 de setembro de 2014

         
           E FALANDO DE TRABALHO COLETIVO EM SOFTWARE DE PRODUTIVIDADE

Da só uma olhada... Uma visão geral do Office 365.... 



Link: https://www.youtube.com/watch?v=14fmjCjC6vo
Mais sobre o Office 365 : http://www.office365brasil.com.br

SAIBA MAIS SOBRE OS MOOC'S

Vídeo sobre como você pode participar de um MOOC (Massive Open Online Courses). 
O vídeo responde às suas dúvidas de Como encontrar um Mooc? Como participar de um MOOC? Como escolher um MOOC? Por que fazer um Mooc?



Link: https://www.youtube.com/watch?v=Nkw2n2mVjw8

segunda-feira, 22 de setembro de 2014

Udacity deixa de fornecer certificados gratuitos


Udacity é uma MOOC com fins lucrativos fundada por Sebastian Thrun, David Stavens, e Mike Sokolsky. Embora inicialmente focada em oferecer cursos de estilo universitário, a Udacity agora se concentra mais em cursos de formação profissional para os profissionais. 

Desde o lançamento, Udacity já tem parceria com as principais empresas, incluindo Google e Nvidia, para oferecer aulas on-line que melhor preparam os trabalhadores para empregos em tecnologia. Seus parceiros incluem empresas do Vale do Silício, como Google, Autodesk, Cloudera, Intuitand 23andMe, bem como o arranque educação on-line Khan Academy e da Georgia Tech.

Desde abril deste ano, a empresa deixa de oferecee aos alunos a oportunidade de ganhar certificados gratuitos certificados com identidade não verificada. As pessoas ainda serão capazes de visualizar os materiais de ensino online da Udacity sem pagar, mas aqueles que querem uma credencial terá que abrir suas carteiras. 

"Interromper os certificados gratuitos foi uma das decisões mais difíceis que tomamos", escreveu Sebastian Thrun, fundador do Udacity, em um post no blog sobre a mudança de política. "Sabemos que muitos dos nossos alunos esforçados não podem se dar ao luxo de pagar por cursos. Ao mesmo tempo, não podemos esperar que os nossos certificados alcancem grande valor se não fizermos essa mudança".

Até agora a Udacity deu aos estudantes que completaram um MOOC a opção de baixar um certificado gratuito. Mas recentemente a empresa está concebendo cursos que combinam a promessa de rigor instrucional com serviços premium para criar ofertas baseadas na taxa de matrícula. Esses cursos "Full" custam US$ 150 por mês e incluem o contato com os professores humanos, atribuições baseadas em projetos, e serviços de engajamento de emprego. 

"O material didático ainda estará disponível, assim você ainda pode aprender de graça", escreveu Thrun". Mas você não pode começar nossas credenciais, a menos que você nos dê a chance de descobrir quem você é e atestar suas habilidades."

Referência:

domingo, 21 de setembro de 2014

Khan Academy

Khan Academy é uma organização educacional sem fins lucrativos criada em 2006 pelo educador Salman Khan com o intuito de "prover educação de nível mundial gratuitamente para qualquer pessoa, em qualquer lugar". Seu website inclui milhares de recursos educativos, incluindo um painel de aprendizado customizável, mais de 100.000 problemas práticos, e mais de 6.000 microaulas através de tutoriais em vídeo armazenados no YouTube que tratam de matemática, história, saúde, física, finanças, química, biologia, astronomia, cosmologia, entre outros. Todos os recursos são gratuitos para qualquer usuário. Em 2013, Khan Academy era utilizado por cerca de 10 milhões de usuários mensais. As micro aulas do site já foram vistas mais de 468 milhões de vezes.

No vídeo abaixo, Diego Mangabeira discorre brevemente sobre as origens da Khan Academy e de seu fundador, o educador Salman Khan.



Para descontrair - Java4ever

O vídeo a seguir é um trailer bem humorado de um filme fictício chamado Java4ever. Nele vemos a descoberta por um jovem da plataforma de desenvolvimento de software Java em um mundo onde a norma é fazer uso da plataforma .NET. Realmente engraçado.


Cursos a distância são mais procurados do que os autorizados pelo MEC



JORNAL DA GLOBO - 21/09/2012

Link: https://www.youtube.com/watch?v=boTN1RsyH1I 

sexta-feira, 19 de setembro de 2014

Plataforma de desenvolvimento de software .NET


O .NET é um framework (plataforma) desenvolvido pela Microsoft primariamente para o sistema Windows. Possui uma vasta biblioteca de classes, conhecida como FCL (Framework Class Library) e permite a interoperabilidade entre linguagens, ou seja, cada linguagem de programação pode fazer uso de código escrito em outra linguagem. Programas escritos para a plataforma .NET são executados numa máquina virtual, conhecida como CLR (Common Language Runtime), que fornece serviços como segurança, gerenciamento de memória e tratamento de exceções. A união de FCL e CLR é a constituição base da plataforma .NET.
A biblioteca de classes FCL fornece às aplicações desenvolvidas na plataforma serviços como interfaces gráficas, criptografia, conectividade com bancos de dados, comunicação de rede, entre outros. A idéia é criar uma plataforma única para o desenvolvimento de aplicações Windows e aumentar a produtividade, fornecendo muito da aplicação já implementada e pronta para ser usada. As aplicações da plataforma .NET podem ser desenvolvidas no ambiente de desenvolvimento integrado da Microsoft, o Visual Studio.
Lançado em 2002, o .NET vinha sendo implementado no final dos anos 1990. Ele abrange todas as versões do Windows a partir do Windows 98. O .NET está atualmente na versão 4.5.

O CodeAcademy - plataforma de aprendizado de programação online


O CodeAcademy é uma plataforma de aprendizado online que oferece cursos de programação em cinco linguagens de programação (Python, PHP, jQuery, JavaScript e Ruby) e mais um curso em linguagem de marcação de texto (HTML & CSS). Até janeiro de 2014, o site contava com mais de 24 milhões de usuários ao redor do mundo.
Cada usuário do site possui um perfil. Para motivar a participação do usuário, o site oferece feedback, distintivos pela realização de atividades específicas (semelhantes às “conquistas” dos videogames), e uma função que calcula a pontuação total do usuário e há quantos dias consecutivos ele vem participando. Essas informações são incluídas no perfil do usuário, podendo ser vistas por outros usuários. Cada curso conta ainda com um glossário e tutoriais. O CodeAcademy permite ainda que um usuário experiente crie um curso, ou módulo, usando a ferramenta Course Creator.
O CodeAcademy fornece ainda um fórum online onde entusiastas, iniciantes e programadores avançados podem se reunir para trocar idéias e se ajudar. Em alguns cursos, existe ainda uma máquina virtual onde os usuários podem testar seus códigos. Existem quatro tópicos principais no fórum: Web (HTML & CSS, JavaScript, e PHP), Ruby, Python e Diversos.

Graças a uma parceria com a Fundação Lemann do Brasil, os cursos da CodeAcademy vem sendo traduzidos para o português, favorecendo a difusão do aprendizado remoto no país.


Referências:
Portal CodeAcademy: www.codeacademy.com/pt
CodeAcademy na Wikipédia: http://en.wikipedia.org/wiki/Codecademy

PowerBuilder: Ambiente de Desenvolvimento da Sybase


A Sybase é uma empresa de software que fornece soluções para empresas gerenciarem, analisarem e tornarem móveis suas informações corporativas. É reconhecida mundialmente como líder em desempenho e há 25 anos tem alimentado a mobilidade empresarial no mundo, principalmente nas empresas dos setores de serviços financeiros, telecomunicações, manufatura e governamental. 

Dentre alguns produtos oferecidos pela Sybase, está o PowerBuilder que é uma ferramenta de desenvolvimento rápido de aplicativos (RAD) cuja utilização se dá principalmente para a construção de aplicações de negócios. 

PowerBuilder tem um objeto nativo de manipulação de dados chamado de DataWindow, que pode ser usado para criar, editar e exibir dados do banco de dados. Este objeto dá ao programador uma série de ferramentas para especificar e controlar a aparência da interface do usuário e comportamento, e também oferece acesso simplificado para o conteúdo do banco de dados. Em certa medida, o DataWindow libera o programador de considerar as diferenças entre sistemas de gerenciamento de banco de dados de diferentes fornecedores. 

A ferramenta tem sido usada desde 1991, com um pico de utilização por volta de 1998, com cerca de 100 mil usuários. Embora a quota de mercado da Powerbuilder tenha diminuído, muitos aplicativos criados com ele ainda estão em uso. Em 2010, a Sybase lançou uma grande atualização para o PowerBuilder com suporte para o Microsoft.NET Framework.


Referências:
http://www.sybase.com.br/products/modelingdevelopment/powerbuilder
http://en.wikipedia.org/wiki/PowerBuilder
http://tibahia.com/tecnologia_informacao/conteudo_unico.aspx?c=NTO_FABR&fb=B_FULL&hb=B_CENTRA&bl=LAT1&r=NTO_FABR&nid=2504

quinta-feira, 18 de setembro de 2014

Google e edX: YouTube para MOOC's

Google está se juntando com a edX para criar um novo site que o presidente do edX compara a um "YouTube para MOOCs." 

O site é chamado mooc.org e irá hospedar a plataforma aberta de aprendizagem edX. Será aberto a todos, incluindo empresas, governos e particulares, bem como professores em faculdades não vinculadas ao edX. 


Essa parceria significa que o acesso será muito mais vasto para os instrutores, pois até agora a única maneira de publicar um MOOC de alta visibilidade no edX ou no Coursera é através de acordo institucional com a sua universidade. MOOC.org elimina essa barreira; nas palavras de Anant Agarwal (presidente do EDX), é como "YouTube para MOOCs". Assim como no YouTube, nem tudo que é publicado tem um alto nível de qualidade, mas lá também terá provavelmente algumas verdadeiras jóias, pois MOOC.org pode dar voz a professores incríveis que poderiam passar despercebidos fora de suas instituições de origem. 

O apelo de EDX é que, como uma organização sem fins lucrativos, o seu software seja mantido como código aberto, para que outros possam usar e construir sobre a plataforma. Isso se encaixa com a própria abordagem do Google. No ano passado, o gigante das buscas lançou o Course Builder, a sua própria plataforma de código aberto para a criação de cursos on-line. Em um post no blog anunciando a parceria da empresa com EDX, diretor de pesquisa de Dan Clancy, disse que o Google vai levar o que aprendeu com o Course Builder e aplicr para expandir o edX e Mooc.org. Parece provável que o Course Builder irá, eventualmente, ser mesclado com o Mooc.org, embora o Google afirme que vai continuar mantendo o site por enquanto. 


Fonte: http://www.slate.com/blogs/future_tense/2013/09/10/mooc_org_google_edx_online_classes_partnership_is_youtube_for_moocs.html

quarta-feira, 17 de setembro de 2014

MOOC - edX


edX é um MOOC lançado em 2012 pelo MIT (Massachusetts Institute of Technology) e pela Universidade de Harvard. Difere de outras plataformas MOOC, como Coursera e Udacity, pelo fato de não ter fins lucrativos e ser executado em uma plataforma de software open-source. Já possui mais de 2,4 milhões de usuários cadastrados (julho de 2014).

Os cursos da edX consistem em sequências de aprendizagem semanais. Cada sequência de aprendizagem é composto de vídeos curtos (uma média de 10 minutos cada) intercalados com exercícios interativos de aprendizagem, onde os alunos podem praticar imediatamente os conceitos dos vídeos.



Open edX
edX foi desenvolvido como software de código aberto e disponibilizado para outras instituições de ensino superior que desejam fazer ofertas semelhantes. Em 01 de junho de 2013, a edX abriu o código de toda sua plataforma criando um ambiente colaborativo - Open edX - onde contribuintes de todo o mundo podem trabalhar para desenvolver melhorias e novos recursos. 

Toda a plataforma edX está em um repositório público no GitHub: https://github.com/edx/edx-platform. Qualquer um pode contribuir, desde que o contribuidor envie um acordo de colaborador individual assinado antes dos moderadores aceitarem a contribuição. 

Mais informações:

segunda-feira, 15 de setembro de 2014

Eclipse IDE

Eclipse.org logo

O Eclipse (http://www.eclipse.org) é uma plataforma de desenvolvimento de software livre extensível, baseada em Java. Diferente de uma RAD (Rapid Application Development), onde o objetivo é desenvolver o mais rápido possível através do arrastar-e-soltar do mouse, onde montanhas de código são gerados em background, uma IDE te auxilia no desenvolvimento, evitando se intrometer e fazer muita mágica.

Embora o Eclipse seja escrito na linguagem de programação Java, seu uso não se limita à linguagem Java. Por exemplo, estão disponíveis ou planejados plug-ins que incluem suporte para linguagens de programação como C/C++, COBOL, PHP, entre outras. 

Existem também centenas de plugins gratuitos para gerar diagramas UML, suporte a servidores de aplicação, visualizadores de banco de dados e muitos outros.

O Projeto Eclipse foi originalmente criado pela IBM em novembro de 2001 e suportado por um consórcio de fornecedores de software. A Eclipse Foundation foi criada em janeiro de 2004 como uma organização sem fins lucrativos independente para atuar como organizadora da comunidade Eclipse. Foi criada para permitir o surgimento de uma comunidade ao redor do Eclipse independente de fornecedor, transparente e aberta. 

O Eclipse é software livre
Software livre é aquele liberado com uma licença que se destina a assegurar que determinados direitos sejam concedidos aos usuários. Evidentemente, o direito mais óbvio é que o código de origem deve ser disponibilizado de modo que os usuários possam modificar e redistribuir o software. Essa proteção dos direitos do usuário é obtida com um dispositivo denominado copyleft: a licença de software reivindica a proteção de copyright e proíbe distribuição, exceto para os usuários que tenham os respectivos direitos. O copyleft também requer que qualquer software redistribuído seja coberto pela mesma licença. Como, na verdade, subverte o propósito do copyright — usar o copyright para conceder direitos ao usuário, em vez de preservá-los para o desenvolvedor do software — o copyleft é frequentemente descrito como "todos os direitos revertidos".

A Eclipse Foundation gerencia e dirige o desenvolvimento contínuo do Eclipse. A fundação fornece serviços para a comunidade, mas não emprega os desenvolvedores de software livre (denominados committers), que realmente trabalham nos projetos Eclipse. Os committers do Eclipse são normalmente empregados pelas organizações ou são desenvolvedores independentes que trabalham como voluntários em um projeto de software livre.

Referência:

quinta-feira, 11 de setembro de 2014

          Cursos feitos pela web têm o mesmo valor dos presenciais?

         As graduações cursadas pela internet têm o mesmo valor acadêmico que as cursadas em sala de aula. No entanto, no mercado de trabalho, as empresas optam por profissionais que cursaram uma graduação via internet ou uma presencial? Para responder esta questão, Luciana Ferreira recebe nos estúdios da Jovem Pan Online Edgard Cornachione, coordenador do E-learning da Fipecafi.



https://www.youtube.com/watch?v=MOyrQJJ-gc0



6 ferramentas online para uma educação global

Diversos sites e ferramentas online ajudam alunos de todas as idades e países a se unirem por uma educação de maior qualidade. Conheça algumas iniciativas e participe
Diferentemente dos estudantes do passado, os alunos de hoje têm à disposição muito mais ferramentas, plataformas eoportunidades diferentes de aprendizado. A ideia de ir até a biblioteca para fazer uma pesquisa, por exemplo, não passa na mente de grande parte dos estudantes de hoje quando precisam fazer uma pesquisa. Acervos e bibliotecas online são facilmente acessados sem a necessidade de ir até um local físico. Esse é um exemplo que ilustra muito bem algumas diferenças das novas gerações de aprendizes e como a tecnologia tem transformado a maneira como as pessoas aprendem.


Além de acervos de universidades de todo mundo ao alcance de um clique, os estudantes também podem aproveitar iniciativas que buscam conectar alunos de diferentes idades e origens em prol de um único objetivo: educação abrangente e de qualidade.

A seguir, confira seis sugestões de educação global que você precisa conhecer:

Além de acervos de universidades de todo mundo ao alcance de um clique, os estudantes também podem aproveitar iniciativas que buscam conectar alunos de diferentes idades e origens em prol de um único objetivo: educação abrangente e de qualidade.
  
6 ferramentas online para uma educação global: 1. Global School Net
A proposta do Global School Net é reunir alunos de todo mundo. O site oferece diversas oportunidades de aprendizado como explorações online ao Monte Everest, lições de leitura de mapas com jogos interativos, aprender sobre problemas globais e como escrever artigos jornalísticos, entre outras oportunidades. 

6 ferramentas online para uma educação global: 2. JumpStart
Por meio de jogo super interativos, atividades e outros recursos oferecidos pela JumpStart os alunos podem aprender mais sobre diversas matérias.

6 ferramentas online para uma educação global: 3. Culture Quest
O site Culture Quest permite que os alunos aprendam mais sobre crenças, costumes e tradições de diversas nações espalhadas pelo Oriente Médio, Ásia, África, Europa e América.

6 ferramentas online para uma educação global: 4. One Hen
One Hen oferece aos estudantes uma plataforma online para que aprendam sobre finanças de maneira divertida e dinâmica. Por meio de jogos e um visual cativante, o site busca ensinar como é possível transformar poucos recursos em um verdadeiro empreendimento.

6 ferramentas online para uma educação global: 5. National Geographic
Os vídeos, fotos, e variedade de recursos disponibilizados pela National Geographic permitem que os alunos aprendam mais sobre culturas, origens das coisas, costumes e tradições locais de países como Turquia, Holanda, Mongólia e Vietnã. O site também oferece materiais para o ensino e aprendizado de biologia.

6 ferramentas online para uma educação global: 6. ePals Global Community
ePals Global Community permite que alunos de todos os países se conhecem em busca de aprendizado por meio de projetos. A diversidade de projetos e oportunidades para alunos de todas as idades é enorme.



Link: http://noticias.universia.com.br/destaque/noticia/2013/01/15/993604/6-ferramentas-online-uma-educaco-global.html



sexta-feira, 29 de agosto de 2014

MOOCs - O Veduca

A partir das postagens anteriores no tema, percebemos o potencial das Plataformas Globais de Educação Online e como elas vem ganhando representatividade. Nessa publicação, vamos conhecer um pouco do que acontece nesse segmento no Brasil, através do portal de cursos online Veduca.

Veduca - Uma central MOOC brasileira
O Veduca é uma plataforma brasileira de aprendizado via web criada por Carlos Souza em 2012, que mantém parceria com universidades nacionais, como a USP e a Unicamp, e algumas das melhores universidades do mundo como Stanford, Harvard, Oxford e MIT (Instituto de Tecnologia de Massachusets). Essa parceria permite ao portal fornecer gratuitamente o material didático relacionado a cada curso e transmitir suas aulas em vídeo, boa parte em português, de cursos preparados nessas universidades e que abrangem diversas áreas, da ciência da computação até administração de empresas, passando por ciências médicas, arquitetura e biologia, por exemplo.
Os cursos são destinados tanto a profissionais em busca de qualificação extra, como a estudantes universitários, ou ainda para pessoas que queiram simplesmente aprender coisas novas. A depender do curso, um certificado, pago, pode ser emitido.
O Veduca ganhou ainda mais destaque em 2013 por lançar o primeiro MBA online do mundo, Engenharia e Inovação, com certificado reconhecido pelo Ministério da Educação. Atualmente, o Veduca oferece ainda o MBA em Gestão de Sustentabilidade, com carga horária de 360 horas e composto por 9 disciplinas.
No Programa de Certificados do Veduca, por onde ocorre o investimento financeiro por parte do aluno, este tem à sua disposição serviços de tutoria e orientação online personalizados, além de exames para obtenção de certificação que são realizados em pólos físicos, sendo os locais de acordo com a conveniência do estudante.

Referências:
Portal Veduca: http://www.veduca.com.br/browse/certified

terça-feira, 26 de agosto de 2014

Coursera: plataforma de ensino online

O Coursera é uma plataforma de ensino que realiza parcerias com universidades e instituições de ensino em todo o mundo, para oferecer cursos online e gratuitos a todos. Foi lançado em 2012 e atualmente oferece um total de 734 cursos em diferentes áreas, tais como administração, ciência da computação, ciências sociais, dentre outras. 

Como funciona?
Primeiramente, deve-se escolher um curso e verificar quando a próxima turma irá iniciar. Durante o curso, além de assistir as vídeo-aulas, é necessário entregar exercícios, fazer avaliações e participar de grupos de discussões. A maioria das vídeo-aulas são em inglês, mas já existem legendas traduzidas para outros idiomas (incluindo o português). 
No fim do curso, o estudante que obtiver média igual ou acima de 7,0 recebe um certificado de conclusão emitido pelo Coursera. É importante salientar que nem todos os cursos oferecem certificado. 

Página de inscrição de curso

Coursera Mobile
Com o intuito de facilitar ainda mais o acompanhamento do curso, foi lançado esse ano o aplicativo do Coursera para Android. Com o aplicativo é possível buscar um curso, se inscrever para ser notificado quando abrir um do seu interesse, acompanhar aulas por streaming ou fazer download de material didático (aulas, exercícios, etc). O Coursera Mobile App está disponível também para iPhone, iPad e Kindle Fire.

Coursera - screenshot      Coursera - screenshot
Coursera Mobile



Vale a pena conferir!

segunda-feira, 25 de agosto de 2014

Oracle 11g Para Leigos #1



Plataformas Globais de Educação Online - MOOCs - Introdução

Essa semana, daremos início a um novo tema no blog GT10. Falaremos das plataformas globais de educação online, um assunto que tem ganhado força, principalmente a partir de 2012 (quando o The New York Times elegeu esse ano como “O Ano do MOOC”), e provido sólida base à modalidade de educação à distância.
O objetivo de um curso desse tipo é permitir que um número ilimitado de alunos tenha acesso a conteúdo educacional estruturado, na forma de uma disciplina, por exemplo, através de mídias como vídeos, podcasts, textos, conjuntos de exercícios, e conta com a interação social online entre estudantes e instrutores no desenvolvimento do conhecimento e na solução de dúvidas, formando comunidades de estudo.
Os MOOCs, como são chamados tais cursos (Massive Open Online Courses - Cursos Online Abertos e em Massa), emergem como os sucessores naturais dos cursos por correspondência e daqueles transmitidos por rádio ou TV, que eram a opção mais popular na época que antecedeu a chamada Era Digital. Isso se deu pela popularização dos meios de acesso à Internet e devido à importância que ela assume em muitos dos aspectos da vida moderna.
A plataforma de cursos online tem se tornado uma tendência tão forte, que tem chamado a atenção de renomadas universidades do mundo todo. Essas universidades oferecem uma rica gama de especializações e disciplinas em seus websites, que se tornam interessantes até mesmo entre alunos dos métodos de ensino presenciais, vinculados ou não àquela instituição. A Universidade de Stanford, nos Estados Unidos, conhecida mundialmente, principalmente no campo da computação, começou nos MOOCs em 2011 com três cursos. O primeiro deles, Intodução à Inteligência Artificial, atingiu a soma de 160.000 inscritos. O curso foi desenvolvido por dois grandes nomes da Ciência da Computação, Peter Norvig (atualmente diretor de pesquisa no Google) e Sebastian Thrun (professor naquela universidade e co-fundador do Udacity, uma das mais conhecidas plataformas comerciais de educação online, voltada a profissionais de TI). No Brasil, a Universidade de São Paulo (USP) e a Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP) ofertam cursos podem emitir ou não certificados.
Em sites como o MOOC List (link abaixo), um internauta é capaz de selecionar cursos gratuitos, de acordo com seus interesses, e ainda refinar sua busca adicionando parâmetros como universidades, instrutores, países, línguas, tipos de certificados, entre outros. Os cursos são úteis tanto para acadêmicos como para profissionais buscando especialização nas mais diversas áreas, ou ainda para pessoas com o puro intuito de aprender coisas novas, usufruindo do melhor que a Internet pode oferecer.
Os MOOCs não representam o fim do modelo tradicional de aprendizado. Ele usa o poder das telecomunicações para complementar esse modelo, e também para garantir que as pessoas que não têm acesso a ele tenham, se não por completo, um mínimo de qualificação adicional  em suas carreiras, promovendo a descentralização do conhecimento.
Referências:
Massive Open Online Courses, na Wikipédia:
MOOC List:

quarta-feira, 20 de agosto de 2014

Oito Etapas para Desenvolvimento de Aplicativos Remotos com IBM Worklight

Como se preparar antes de adotar uma estratégia para dispositivos móveis
Este artigo descreve o que precisa ser feito em preparação para o desenvolvimento de aplicativos remotos multiplataformas usando a plataforma de aplicativos remotos IBM® Worklight™. As principais etapas que uma organização precisa levar em conta e realizar durante cada fase do processo de desenvolvimento de aplicativos remotos estão aqui, incluindo planejamento, desenvolvimento e produção. Entender esse processo geral, que é significativamente diferente do desenvolvimento de aplicativos tradicionais, ajuda uma empresa a estruturar adequadamente seu processo organizacional em torno do ciclo de vida de desenvolvimento remoto multiplataforma.


Ver matéria completa neste link:
http://www.ibm.com/developerworks/br/websphere/techjournal/1210_chen/1210_chen.html

segunda-feira, 18 de agosto de 2014

O Microsoft .NET Compact Framework (.NET CF)

Continuando com o tema “Ambientes de Desenvolvimento”, trataremos nessa publicação de uma plataforma para o desenvolvimento de aplicações para dispositivos móveis, como telefones celulares, tablets e sistemas embarcados em geral, o .NET Compact Framework, da Microsoft.
O .NET CF, como também é conhecido, é uma versão da mundialmente famosa plataforma de desenvolvimento para os sistemas Windows .NET. Como já adiantado, fornece suporte para a criação e execução de software para dispositivos mobile e sistemas embarcados. Assim como a suíte da qual deriva, o .NET CF suporta exclusivamente os sistemas operacionais móveis Microsoft, desde suas versões mais populares, como o Windows Mobile (para telefones celulares) até as versões Windows CE, que rodam em sistemas dedicados ou embarcados. Existe ainda uma versão do .NET CF para o console de jogos XBOX 360.
O .NET CF importa cerca de 30% das bibliotecas de classe da sua plataforma-mãe (de maneira otimizada, para ocupar menos espaço) e fornece ainda bibliotecas projetadas especificamente para o “ecossistema” móvel. Essas bibliotecas de classe especiais são úteis, por exemplo, para fazer o melhor uso dos, por vezes limitados, recursos dos sistemas embarcados ou inteligentes, como menor poder de processamento, menor disponibilidade de memória primária e secundária, e na manipulação de tela sensível ao toque.
Através das linguagens de programação C# e Visual Basic, pode-se usar a suíte Visual Studio na codificação de aplicações voltadas ao .NET CF. Interfaces gráficas podem ser facilmente adicionadas no Visual Studio, através do Windows Forms, para a configuração de botões, caixas de texto, listas de itens de maneira simples. Essa aplicação é então posta em execução em um compilador JIT (just-in-time, um compilador em tempo de execução).

Referências
.NET Compact Framework no MSDN (Microsoft Developer Network):
.NET Compact Framework na Wikipédia:
http://en.wikipedia.org/wiki/.NET_Compact_Framework

quarta-feira, 13 de agosto de 2014

O Java EE (antigo J2EE)

Um ambiente integrado de desenvolvimento (na sigla IDE, Integrated Development Environment) é um conjunto de aplicações que fornecem suporte ao desenvolvimento de software. Normalmente, uma IDE consiste de um editor de código-fonte, ferramentas de automação de compilação e um depurador. Algumas IDE’s podem conter um interpretador como alternativa ao compilador, ou até mesmo ambos.
Nesta publicação, trataremos do J2EE, o Java2 Platform Enterprise Edition, ou Plataforma Java2 Edição Empresarial, da Oracle.

O J2EE

O J2EE (atualmente Java EE) é a plataforma empresarial de desenvolvimento e execução de aplicações servidoras. Consiste em um conjunto de serviços, interfaces de programação de aplicação (APIs) e protocolos que oferecem a funcionalidade para o desenvolvimento de aplicações de multicamada, baseadas na web.
É uma das três plataformas Java de desenvolvimento, as outras sendo a Java2 Micro Edition (J2ME), que foca na produção de software para dispositivos móveis como celulares e tablets, e a Java2 Standard Edition (J2SE), popular plataforma de desenvolvimento de aplicações cliente, que usa as classes básicas da linguagem.
O objetivo do Java EE, como é conhecido atualmente, é simplificar o processo de produção de software empresarial baseado em servidores. Mais que uma plataforma, o Java EE é um padrão de qualidade: os desenvolvedores necessitam que seus produtos atendam a certas especificações para que estes possam ser reconhecidos como compatíveis com a plataforma.
Para a utilização dos padrões Java EE, normalmente se inclui um servidor de aplicação (Apache ou Glassfish), uma ferramenta de banco de dados SQL e uma IDE pré-configurada, ou que seja compatível com o SDK (kit de desenvolvimento de software) Java EE e suas especificações de bibliotecas e de aplicação citadas anteriormente. Um exemplo de IDE que pode ser facilmente configurada nesses requisitos é o NetBeans IDE.

Referências:
Java Platform, Enterprise Edition:
Ambiente Integrado de Desenvolvimento, na Wikipédia:
Linha de Código: Conhecendo a plataforma J2EE - um breve overwiew:
http://www.linhadecodigo.com.br/artigo/333/conhecendo-a-plataforma-j2ee-um-breve-overview.aspx
Achei legal! Vale a pena conferir... 

            Ambientes de Desenvolvimento - Introdução


Ambientes Integrados de Desenvolvimento, do inglês IDE (Integrated Development Environment), são softwares com o intuito de reunir em um só ambiente de programação as principais ferramentas para um programador que visa desenvolver um software de qualidade, com elevada produtividade e dentro do prazo estabelecido, isso é possível graças a aplicação de técnicas como o RAD (Desenvolvimento rápido de aplicações), que proporciona o desejado aumento de produtividade.

Entre as principais ferramentas de um IDE estão: 


Editor de código: usado para editar o código fonte; 
Compilador: transforma o código editado em linguagem de máquina, que será compreendida pelo computador; 
Depurador: auxilia na correção de erros no código-fonte; 

dentre diversas outras que auxiliam tanto na modelagem do código, como na divisão e ligação entre suas partes.

Com o aumento da competitividade no mercado de trabalho, empresas têm cada vez mais se preocupado em aderir aos ambientes de desenvolvimento, visando justamente uma maior produtividade, o que tem tornado os IDE’s uma das ferramentas indispensáveis para o desenvolvimento de softwares. Para estas empresas, a escolha do ambiente de desenvolvimento pode dar margem a discussões polêmicas, há uma enorme variedade de alternativas, e a pergunta é: “Como definir o ambiente mais adequado para a empresa?”, diversos fatores podem influir nessa escolha: se o software é livre ou proprietário; a mão de obra atual da empresa; quais os tipos de aplicação a serem desenvolvidas; em qual plataforma a aplicação será executada; entre outros.

Alguns exemplos de IDE’s:

DevC++: Como o próprio nome sugere, é utilizado para programação em C e C++, é um software gratuito e de código aberto, e por ironia, é totalmente escrito em delphi, seus principais recursos são:

-Suporte a compiladores baseados em GCC.
-Depuração integrada (usando GDB).
-Navegador de classes.
-Recurso de completar códigos.
-Navegador de depuração de variáveis.
-Gerenciador de Projetos.
-Editor com destaque de sintaxe personalizável.
-Suporte a modelos para criação dos seus próprios projetos.
-Edição e compilação de arquivos de recursos.
-Gerenciador de Ferramentas.
-Suporte a impressão.
-Facilidades de encontrar e substituir.
-Gerenciador de pacotes para facilitar a instalação e adição de bibliotecas.
-Suporte CVS.
-Lista de coisas a fazer.
-Janela de CPU.

Eclipse: O Eclipse é um sistema independente e aberto, plataforma universal para integração de ferramentas, o Eclipse é escrito em linguagem Java e vem com muitos kits de construção de plug-ins e exemplos, atualmente ele faz parte do kit de desenvolvimento de software recomendado para desenvolvedores Android.

Embarcadero Delphi: Antigamente produzido pela Borland Sotware Corporation, utiliza a linguagem Delphi, desenvolvido principalmente para Windows, porém também possui uma versão para Linux chamada Kylix, foi o ambiente utilizado para desenvolver o Skype.

Os desenvolvedores do compilador pretendiam criar uma ferramenta que fosse capaz de acessar o banco de dados do Oracle, daí o nome Delphi, que faz referência a cidade grega de Delfos, único lugar onde era possível consultar o oráculo, interessante, não?!

Referências:

SANTOS, A.K.d, Os IDE’s (Ambientes de Desenvolvimento Integrado) como ferramentas de trabalho em informática. Curso de Ciência da computação (UFSM).

Wikipédia. Ambiente de desenvolvimento integrado, Disponível em: